
Libellés : Carpe Diem, porra


Quer me dar um presente?
Libellés : porra


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Libellés : Moda é vida


quero um universo barroco
Acabei caindo na área da Moda, parte das artes visuais - tão subjetivas, tão indescritíveis, tão inexplicáveis. Curioso para alguém que é acostumado às palavras, como eu sempre fui. E de repente a subjetividade parece me engolir, e chega a um ponto que eu quase perco a capacidade de descrever os sentimentos.
Sentimentos são descritíveis - não de uma forma completamente racional e palpável, mas de uma forma simbólica, sinestésica e sensitiva. Talvez você não precise descrever o sentimento - contanto que faça o leitor senti-lo, a tarefa estará cumprida.
E, no entando, me vejo tomada de tantos sentimentos que essa confusão toda se torna ilegível no papel. Ou na tela do computador.
E o computador abre portas prum mundo inteiro e mesmo assim me sinto presa, jogada na calçada de Porto Alegre, na parte quieta - quieta demais - em que nada, absolutamente nada, acontece. E daí cabe a mim fazer acontecer, e quando se tem outras prioridades isso acaba se tornando impossível. E quero romper as barreiras, e ir além, e fazer o que tiver vontade, e ter romance sem amor, e ter amor sem romance, e quero barulho, movimento, dinâmica, infinitude, repetição, clímax, teatralidade - quero um universo Barroco nas minhas mãos.
E não posso conseguir isso sozinha, por mais Barroca que eu seja.
Libellés : Carpe Diem, Meu infinito particular


Cuidado, amigo. Estou lhe advertindo.
Libellés : Eu tenho cultura, Meu infinito particular


sem malícia...
Eu não consigo evitar ser cruel. Eu não consigo evitar me entediar com as pessoas. Eu não consigo evitar fazer comentários cruéis sobre qualquer pessoa que passe por mim. Eu não consigo evitar pensar que eu sou melhor do que você, mais magra do que você, mais bonita do que você, mais inteligente do que você. E na maioria das vezes eu realmente sou tudo isso.
Eu não consigo evitar desejar o que eu não posso ter, eu não consigo evitar amar e odiar as mesmas pessoas, sempre. Eu não consigo evitar atuar vinte e quatro horas por dia, até o ponto em que ninguém percebe e nem eu percebo.
Martini Azul, como Amanda escreve, e como eu sou. Atenção e atuação, sem pudor, sem juízo, sem amor e um caso eterno repousa sozinho no sofá da sala em que nunca vou. O coração quebrado por mim mesma é colado com Martini e não acaba com minhas manias; de enrolar o cabelo com os dedos, de comprimir os lábios ou de fazer pose para todos os espelhos. Era especial, tinha algum dom que cegava, e tinha algo de bom dentro de mim. O lado ruim é que ninguém conseguia enxergar além da atuação. O lado bom é que ninguém percebia que era uma atriz. You've got a good heart, you should give it to someone who cares.
E eu não ligo. Me importo com bem poucas pessoas além de mim mesma e sempre me importo mais comigo. Às vezes eu fico nostálgica e sinto falta de coisas que nem vivi, mas desejei. Não sinto mais falta das coisas que passaram, não quero que nada volte, não quero o que teve um fim - mal acabado mal falado mal resolvido, mesmo assim fim. Quero o novo, o inexperiente, o que ainda não aconteceu. E quero logo.
E então eu ouço músicas bonitas que só me fazem rir, e ver que o que eu quero talvez nem seja isso. Sem malícia. Sem malícia, não me sobra nada.
Libellés : Carpe Diem, Casos de amor, Meu infinito particular


Aleatórios
Libellés : Carpe Diem, Fofoca é sexy, Meu infinito particular, Moda é vida


O que acontece com as vidas que não vivemos?
Eu já escrevi sobre isso uma vez (mas faz tanto tempo, e eu mudei tanto...), mas eu não consigo evitar.
Eu tava agora há pouco fuçando no orkut de uma ex-colega e vi uma foto dela, atual, com algumas das nossas amigas daquela época. Pessoas com quem eu falo de vez em quando, que eu quase nunca vejo, com quem me importo pouco - e isso pelo que vivemos naquele passado, porque o presente é vazio. E naquela época eu pensava ingênua que seríamos best friends forever, e o mundo estaria aos nossos pés... arrisco inclusive dizer que, naquela época, eu era muito mais amiga delas do que essa ex-colega em questão. Ironicamente hoje eu não sou nada.
É impossível pensar sobre amizades perdidas sem pensar nas Musas - nunca falei delas aqui, porque hoje elas também representam pouco mais do que nada, mas houve uma época em que elas eram tudo. Claro, com as Musas foi diferente - foi uma ruptura brusca, triste, sofrida. Não foi gradual, com a perda de contato aumentando e a comum negligência que eu tenho com meus amigos (peço desculpas, aliás). O que interessa é que com as Musas eu também pensava ingênua que seríamos best friends forever, e o mundo estaria aos nossos pés... e não foi assim que aconteceu, não é?
Penso no presente, nessas bem poucas pessoas que significam o mundo para mim e eu acredito - ingenuamente? - que sempre significarão. O que vai acontecer com a gente? Há alguns meses na praia eu conheci pessoas maravilhosas, e desde lá não nos encontramos mais. Uma delas, inclusive, foi uma dessas pessoas que nos tocam profundamente e a gente quer tê-las sempre junto, mas também não a vi mais; temos vidas diferentes, caminhos diferentes, responsabilidades diferentes. E, afinal, não é assim com todas as pessoas? A separação, a perda do contato, o fim de um relacionamento que exigiu (ou não, às vezes é tão natural) tanto esforço é o curso natural das coisas?
Sim, eu sei que eu sou negligente - e muitas vezes sem querer, muitas vezes com pessoas que eu gosto muito. Mas excluindo esses casos, posso dizer com certa segurança que só me afastei das pessoas que escolhi me afastar, ou que escolhi não me esforçar. Duvido que minha vida pudesse ser melhor do que é hoje - as pessoas que tenho hoje e os contatos que escolhi manter são os melhores que poderia. Mas e se tivesse acontecido diferente? E se eu tivesse ficado em outro grupo de amigos, ou se eu tivesse me apaixonado outras vezes, ou se eu tivesse correspondido, e se eu tivesse feito tudo diferente?
Esses dias eu estava na Saraiva esperando uma amiga chegar e peguei um livro da Carol Teixeira, chamado Verdades & Mentiras; é um livro de crônicas, desses que falam sobre tudo e que você pode ler repetidas vezes. Ela tem uma visão bem parecida com a minha sobre quase todas as coisas e, em determinado ponto, ela se questiona sobre nossas escolhas e sobre as vidas que acabamos deixando de viver em conseqüência (eu queria a citação exata, mas não achei).
E isso me faz pensar, o que acontece com as vidas que não vivemos?
O que teria acontecido se eu tivesse dito "sim", ou "eu também"? O que teria acontecido se eu não tivesse criado tantas expectativas e então me frustrado, e a partir disso me construído? Ou se eu tivesse pensado mais e escolhido melhor? E o que teria acontecido se fosse tudo o contrário? Se eu tivesse escolhido pior ainda, se eu tivesse me construído diferente, se eu tivesse feito as coisas para chegar a outros lugares? O que teria acontecido se eu não tivesse ficado doente e perdido um ano? Quais as experiências que eu teria tido e perdi? O que teria acontecido com a gente? Como teria sido minha formatura? E, principalmente - como seria minha cabeça hoje? E se eu tivesse me apaixonado quando não me apaixonei, ou não tivesse me apaixonado quando o fiz?
E se você tivesse me escolhido em vez de escolher ela? Eu teria conhecido ele? E teria escolhido você ou ele? Você poderia ter me amado?
E se você não tivesse voltado atrás? Nós teríamos algum futuro? Eu teria conhecido ele?
E se nada nos interrompesse e eu dissesse "sim"? As coisas seriam boas ou eu agiria como costumava agir? E mesmo com tudo interrompendo, e se você ainda fosse apaixonado por mim? Onde nós estaríamos?
E se tudo isso acontecesse agora, ou pelo menos algum desses fatos? Para onde vão as vidas que não vivemos? E se eu quiser vivê-las agora? Sentimentos confusos, nostalgia, vontades diferentes por coisas diferentes... e eu não sei, e eu não tenho respostas - e talvez nem queira.
Libellés : Casos de amor, Eu tenho cultura, Isso é Arte, Meu infinito particular


Donna Fashion Iguatemi

Na foto sou eu, na primeira fila, ahahaha! Isso é no sábado. As fotos menores são da sexta. E eu sei que nessa foto grande eu pareço gorda, mas EU NÃO SOU OK. Sou magricela (pode conferir no meu orkut), e a foto divertida da cadeira mostra que eu não sou gorda. Achei importante lembrar, AHAHAHAHAHA. Mas gente, eu não tenho preconceito contra pessoas gordas, sério mesmo. Eu só prefiro ser magra, só isso.
Que fim-de-semana delicioso... E hoje ainda tivemos palestra sobre as tendências 2010 com o pessoal do site UseFashion, muito boa. Adoro respirar Moda.
Libellés : Eu tenho cultura, Isso é Arte, Meu infinito particular, Moda é vida


das pessoas que gostam de pimenta
Libellés : Carpe Diem, Meu infinito particular


Clarissa Réos Wolff, gaúcha de dezoito anos e pisciana exatamente como Einstein.
Escritora nas horas vagas, escreve fanfics de romance,
comédia, drama e suspense; atualmente escreve também um livro de comédia romântica em primeira pessoa e outro livro de drama psicológico. É completamente apaixonada por moda e já começou a criar seus próprios designs. Pretende trabalhar com Marc Jacobs e substituir John Galliano no comando da Maison Dior. Por enquanto, apenas cursa faculdade de Design de Moda. É viciada em livros e em filmes; Audrey Hepburn e Scarlett Johansson são seus ídolos. Nutre certa paixão platônica por Ryan Atwood, sintoma talvez causado pelas tantas vezes que assistiu às quatro temporadas de 'The O.C.'. Tem uma personalidade incrivelmente igual parecida com Brooke Davis (She was fiercely indepent, Brooke Davis. Brilliant and beautiful and brave. In two years, she grown more than anyone I've ever known. Brooke Davis is gonna change the world someday, and I'm not sure if she even knows it., por Lucas Scott), o que confirmou após ver e rever as cinco temporadas de 'One Tree Hill' (e agora a sexta). Tem um lado sarcástico e noir e se identificou absurdamente com 'Veronica Mars'. Admite que acha Jack Bauer o modelo de homem perfeito, e nenhuma das '24 Horas' mudou seu
pensamento; atualmente, entretanto, Chuck tem invadido seus sonhos, e até 'Gossip Girl' fala disso. Fora isso, se
diverte com 'House', ri com 'Friends', sonha com 'Project Runway', se apaixona com 'Greek' e delira com 'Sex And
The City'. Costuma ouvir trilhas sonoras (a de OTH, VMars e The O.C. não sai da lista de execução automática) e tem um gosto musical muito eclético. Chico Buarque, Maroon 5, Cansei de Ser Sexy e Britney Spears são, entretando, unanimidades. Tem paixão por dançar, e o faz em qualquer lugar - desde a pista de dança até o meio da rua. Fora isso, gosta de sair à noite, comprar muitas coisas, e topa qualquer programa com os melhores amigos (sem malícia!). Diversão é uma filosofia de vida. É uma eterna apaixonada; pela vida, pela noite, pelo dia, e
finalmente, mas não menos importante, por si mesma.
Tá vendo, até mesmo as deusas perfeitas têm um lado meio piranha.
Caio Fernando de Abreu escreveu:
“Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas. Meu coração é um traço
seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo. Meu coração
é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na
janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se pôs. A lua cheia brotou do mar. Os
apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais. Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é
saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.
Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a
história cheia de clichês. Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado,
dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul
de ouro. Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos
que sempre acabam destruindo tudo.
Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de
prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela
Veja. Levam junto quem me ama, me levam junto também. Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura
rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel
crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso.
Acesa, aceso - vasto, vivo.”
E me define, permanecendo indecifrável.

As you might have guessed, Upper East Sidders, prohibition never stood a chance against
exhibition. Is human nature to be free. And no matter how long you try to be good... you can't keep a bad girl
down.
2002 me trouxe aos blogs, com Refúgio de Calimië - com o qual permaneci até meados de 2005. Em 2006
os blogs deram lugar aos fotologs (um e dois). Em 2007 o tratamento quimioterápico fez com que retornasse aos
blogs, com Quarto de Hospital, que durou de Junho a
Dezembro. O gosto voltou, e Nobody Does It Better
nasceu - com o qual entrei para o Tudo de Blog da Capricho. Com os problemas com o servidor, mudei para cá.
"Sem Malícia" é uma expressão que costumava falar muito, sucedendo um comentário que poderia ser levado no
duplo sentido (o que acontecia quase sempre). Então deixem um pouco de vocês (sem malícia!) e comentem! ;]