nobody does it 

better.
mardi 15 décembre 2009

i'm better off now ~ 2 gossips

Não sou Pollyanna. Não costumo ver sempre o lado bom das coisas e não sou de me resignar. Sou existencialista e acredito que a nossa vida é produto (já que sou consumista e capitalista) do que construímos - ah, mas isso é óbvio, você vai dizer. É, na teoria, em caracteres pretos na tela do computador. Na prática o que mais há é lamúrias e "por que isso foi acontecer comigo?". Porque sim, ué. Isso basta para você saber que É desse jeito, não tem como mudar, e aí ou você se desespera, se deprime e suicida, ou você dá uma de Pollyanna e se resigna, ou você tenta pegar a situação que foi dada e tornar ela o melhor possível. Talvez por ter passado por situações em que a última opção era a única que protegia minha saúde física e mental, eu me tornei uma pessoa "terceira opção"; por isso, quando algo de ruim acontece comigo, eu respiro fundo e, por mais injusto que ache, tento não me desesperar. Ah, eu desespero. Choro, grito, amaldiçoo, tenho minhas crises - que duram dois ou três dias, e no quarto já recuperei a sanidade e comecei a pensar racionalmente sobre a situação e ver o que eu posso mudar a meu favor. E acreditem, são muitas coisas (tudo bem que pra mim é fácil já que sou linda, magra e inteligente, e as coisas geralmente são fáceis para pessoas assim, mas mesmo que você seja feia, gorda e burra ainda há esperança; quer dizer, eu acho, não sei nada sobre ser feia, gorda e burra). Às vezes há uma recaída e alguns momentos de tristeza ou nostalgia e outros momentos de raiva (que, a meu ver, são mais saudáveis que a tristeza; honestamente, eu gosto de sentir raiva - me liberta, me impulsiona), mas são aqueles momentos pequenos, que embora gerem histórias legais não representam a sua vida ou o que você sente. Porque eu tive, sim, momentos tristes - e acreditem, não foram poucos. Mas eu sou uma pessoa feliz. Dentro das minhas condições atuais, acredito ser o mais feliz possível, tirando felicidade de todas as situações em que consigo.

Por isso mesmo, fiquei de certa forma chocada ao sentir saudades, há uns dez dias. Para quem não sabe, tive um namoro-relâmpago em Outubro e Novembro, cheio de todos os clichês de relacionamentos toscos. Explico: garota que dificilmente se apaixona, cara que se apaixona por todas; cara surpreende garota, garota se apaixona perdidamente, cara não se apaixona de volta. Teria terminado em desastre completo e pulsos cortados caso a garota não fosse eu. Explico 2: eu já dei todas as cartas aqui, o cara precisa saber o meio termo entre atenção demais e de menos; caso seja demais, eu enjoo, e caso seja de menos, eu desgasto e desapaixono. Foi isso o que aconteceu, antes mesmo do fim do namoro eu já estava cansada da situação, querendo jogar tudo pro alto. Perdi a conta das vezes que escrevi sobre isso (agora já achei quatro textos em que explano meus motivos e penso em terminar tudo), mas nunca levei adiante. Em certo momento, até me convenci de que tomaria uma atitude e teria uma conversa adulta e madura - mas sou covarde, não gosto de confrontos e discussões de sentimentos me desgastam. Prefiro relevar e fingir que não aconteceu - acontece que em determinado momento fingir era quase tudo o que fazia (sou ótima nisso, sabe; já falei, sou uma atriz). Precisei conversar, dei minhas cartas às minhas melhores amigas que me convenceram de que ainda não era a hora de largar o jogo. Engraçado, não é?, você ser convencida pelas amigas de que não está na hora de terminar um relacionamento. Também não me importei com os conselhos - adorei, vou confessar. Minhas razões expostas, conseguiria relevar por mais um bom tempo, e eu já disse, sou covarde. Além disso, sabe como é, menina apaixonada fica burra - gente, eu fiquei retardada. Assim, sério, produção zero. Acontece que, mesmo cansada da situação e sentindo o sentimento ir embora, decidi que não iria desapaixonar. Não vou e ponto final - é tão difícil eu me apaixonar, POR QUE não poderia aproveitar aqueles breves momentos de adrenalina enquanto eles existissem? Segurei o sentimento antes que ele tivesse passado porta afora e continuei meio capenga, semi apaixonada, dividida entre ir embora ou falar algo bonitinho. E quando acabou, quando houve aquela conversa que botou um ponto final naquele capítulo mal escrito da minha vida, eu me surpreendi ao sentir uma perda muito maior do que havia sido. Chorei, chorei muito por dois dias inteiros. No terceiro, um ou outro rompante assombrou meu dia e, no quarto, não havia nem resquício de rímel borrado pelas lágrimas. Estava bem. Não superficialmente bem, mas bem, realmente bem. E assim fiquei - uma mistura de Flora na minha casa, Yuri, Mari e Gabe nos sequestrando e nos levando pra piscina, um pouco de assédio que sempre massageia o ego e outros fatos aleatórios que não cabem falar aqui foram o suficiente para colar de volta meus pedaços. Mantenho o que disse há dois posts atrás - estou semi quebrada, não porque esteja triste, mas porque talvez a forma como escolhi viver não funcione com as coisas que eu quero; e aí é a hora de mudar um deles, e, como amo meu modo de viver, decidi desistir de relações pretensiosamente duradouras e optar pela promiscuidade fácil e gostosa.

Que seja - tendo chorado por dois dias ou um mês, as lágrimas foram reais. Molhadas, salgadas, carregadas de sentimentos mortos e palavras engolidas, de certa forma desproporcional aos eventos anteriormente ocorridos. É claro que lágrimas sempre sucedem uma paixão mal resolvida, e eu estava apaixonada. Não de brincadeira, não superficialmente, mas realmente apaixonada, como pouquíssimas vezes me aconteceram (contaria três, agora). Embora essa terceira tenha sido como uma droga rápida e eficiente que logo domina os sentidos, não é como se algo realmente houvesse sido construído. Como já comentei com algumas pessoas, um somatório de fatos faria, supostamente, com que o fim fosse fácil - talvez até melhor do que continuar. O desgaste - ah, o desgaste era, talvez, o principal deles. Não sei o que fez desgastar tão facilmente - talvez, como uma blusa de malha ruim e tingimento de quinta categoria, o relacionamento estivesse fadado a desbotar, esgarçar e ficar feio e degradante, de forma que olhar para a blusa fazia você se lembrar das festas maravilhosas a que foi com ela, mas também fazia você encarar a verdade: ela não serve mais para uso. Depois, não é como se eu não tivesse esquecido outros caras antes - caras muito mais importantes e que me marcaram muito mais - ou como se esse terceiro (vou me referir a ele como "terceiro" de agora em diante) tivesse sido de especial importância. Se fosse escolher algum para o posto de "garoto por quem me apaixonei com especial importância" seria o segundo, por motivos que não cabe explanar aqui e agora, mas que vão além dos motivos básicos que geralmente tornam uma pessoa importante. De qualquer jeito, o fim teve sua dose sadia de alívio - sim, aquele alívio legítimo de "me-livrei-a-tempo". E teve sua dose de tristeza, que também foi legítima. E compreendi os dois dias que chorei. Deixei de compreender quando, há uns dez dias, de madrugada, senti aquela nostalgia cruel que invade os pensamentos quando você nem percebe que vai acontecer. E fiquei chocada. Como poderia, depois de tanto tempo, algo assim me causar saudades? Como sempre, o sentimento passou, mas, ontem, lendo um blog novo que descobri (e super recomendo, gente, é genial: Adorável Psicose), encontrei o seguinte parágrafo:

"Porque eu vinha de um longo período de anestesia afetiva. Conhecer a Evidência nº4 foi como tomar uma injeção de epinefrina à la Pulp Fiction. De uma vez só, eu voltei a acreditar em todas as fantasias que eu alimentava anos atrás e que há tempos havia deixado de lado. E, também de uma vez só, em pleno exercício dessas fantasias, eu me vi obrigada a reprimir todo aquele sentimento e guardá-lo de volta em algum lugar obscuro onde ninguém nunca mais haveria de mexer".

E foi como uma epifania. De repente, retirei a importância das coisas desimportantes e passei a me preocupar com as coisas reais - não sentia falta do relacionamento, não foi um primeiro namoro exemplar, além de tudo. Sentia - e ainda sinto - falta de me sentir explodindo, como já falei tantas vezes aqui. Sou barroca e gosto de pimenta, sou amiga das emoções fortes e da perda dos pensamentos, dos sentidos, da coerência. Preciso, de certa forma, disso para viver. Acontece que havia me acomodado em deixar para depois - hoje vou estudar, trabalhar, postar no Allez Glam!, amanhã parto em busca de aventuras. E quando algo assim me virou do avesso e me fez lembrar, me recusei a voltar ao lugar de onde havia partido. Tardes de estudo e séries de TV não mais me bastam (mentira. Preciso absurdamente de tardes de seriados pelo menos uma vez por semana, senão fico moody).

Mas esse fato não explicava a situação como um todo - a saudade sim, a tristeza, não. De certa forma eu sabia que estava muito mais triste por mim do que por ele - só não sabia que parte de mim estava chorando. E foi aí que eu percebi, numa outra epifania nesse fim-de-semana. Eu sempre quis ser o tipo de garota desejada. Sempre. Nas últimas duas semanas, recebi os mais variados comentários e declarações (de sexo, não de amor). Comecei a achar que eu estava passando a imagem de ser vadia demais, o que eu não sou (É SÉRIO ISSO), e então pedi pra três amigos me explicarem o porquê de eu atrair tanto nesse sentido. Eles disseram que é uma combinação de fatores - o jeito que eu falo, a minha voz, o fato de eu ter rosto de menininha e cabeça super aberta, o jeito que eu penso, o fato de eu ser muito gata e parecer ser muito boa de cama (e nem sou tanto assim, HAHAHAHA). Taí, ó. Sou a garota que os caras desejam. Gosto disso... mas não sou a garota por quem eles se apaixonam. O fato de ele não ter se apaixonado por mim feriu altamente o meu orgulho e desmanchou a forma como me construí. Amo minha personalidade, meu estilo, minha aparência, a forma como eu levo a vida. Não quero mudar e jamais cogitei a possibilidade de precisar. Aliás, também poucas vezes me imaginei como a namorada. Sempre pensei em mim como a garota com a carreira fabulosa e a vida amorosa meio aos pedaços, cheia de affairs mal começados e mal terminados que se acumulavam numa estante de escolhas para entretenimento, como DVDs. É engraçado eu pensar isso de mim, logo eu, que adoro me apaixonar; não quero viver sem isso. Mas acho que posso me apaixonar muitas vezes, por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, e quero tudo isso; antes não queria casar, agora já quero. Quero casar por impulsidade, viver tempos ótimos e separar quando a história cansar - we may not last but we'll have fun 'till it ends se tornou meu lema, de modo que talvez venha a casar quatro ou cinco vezes, todas elas com vestido couture.

Conversando com meu amigo, ele começou a falar sobre o que fez com que ele se apaixonasse por mim, anos atrás. Foi exatamente o que o "segundo" me disse. E eu respondi "nossa, lindo - mas eu não sou mais aquela garota" e não, não sou. Ela ficou para trás, com ideias pré-concebidas e inseguranças quase pré-adolescentes, mesmo que já tivesse meus quinze anos. E foi aí que eu percebi: eu me prendo aos meus pontos fortes, porque gosto deles. Sou confortável com eles, me sinto segura sendo o que eu sei ser, os personagens que sei interpretar. Gosto da vulnerabilidade, só não gosto de demonstrá-la. Mas minhas fraquezas são muito mais interessantes que meus pontos fortes. O que volta ao ponto de que eu sou mais interessante quebrada e semi destruída...

Não importando a que conclusões cheguei e o que fazer com elas, essas epifanias foram ótimas. Continuo me sentindo bem - mentira, estou ainda melhor! Esse tipo de pseudo viagem de auto-conhecimento tem sempre efeitos impactantes nas nossas vidas, e eu gosto de pensar e refletir e escrever sobre mim... sou egocêntrica, né. Só podia ser assim. E, se fosse de outro jeito, talvez até perdesse a graça.


P.S.:
todo mundo sabe que, além do Sem Malícia, eu tenho um blog de Moda em parceria com uma amiga, o Allez Glam!. Pois bem, um amigo meu foi convidado para escrever um blog de música para o Kzuka e me convidou para participar também! Acessem: Music Is - a parte mais legal é que meu primeiro post teve chamada na página principal do ClicRBS e do Kzuka! Fiquei tão feliz (: sim, eu fico feliz facilmente.

Libellés : ,


~ 13:59 nobody does it better.




you know you love me

i'm a little bit of everything, all rolled into one; i'm your hell, i'm your dream, i'm nothing in between

pimenta e arte

Sou um pouco Belle du Jour, o coração partido por mim mesma em mil pedaços de caleidoscópio. Não sei amar, não sei perder, não sei viver de um jeito diferente. Não sei.

you say i'm a bitch like it's a bad thing


nobody does it better

twitter x tumblr x tumblr2 x facebook

Fuck Nicole
Hands Like Secrets
Arquivo Allez Glam!
Vida Nada Modelo

Antes de 2008: blog de música do Kzuka, fanfiction, outro blog, um fotolog antigo...


only in your dreams

first days of spring

Clarissa Réos Wolff, gaúcha, 20 anos, pisciana (com um grande quê de leonina). Cursou dois anos de Design de Moda na UniRitter. Adoraria ser atriz de Hollywood.

É apaixonada por coisas demais. Livros, filmes, seriados, divas hollywoodianas de antigamente, Audrey Hepburn, Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Brigitte Bardot e Natalie Wood, pimenta, sushi, Coca Zero, café com chocolate, aliás qualquer coisa com chocolate, backstage, Adam Levine, Natalie Portman, Johnny Depp, Scarlett Johansson, Blake Lively, Jensen Ackles, trilhas sonoras de seriados, músicas nervosas, músicas gostosas, músicas tristes, passear sem rumo pelo centro de Porto Alegre, passear sem rumo pelo Moinhos de Vento, Beco203, Duchamp, Degas, Warhol, dançar até doerem os pés, Jägermeister, Cosmopolitan, livrarias, madrugadas, ficar sozinha em casa, saltos altos, sapatilhas, ouvir música a todo volume, suspense, lápis de escrever, cumplicidade, apresentar bandas novas pras melhores amigas, indicar filmes e livros, cultura inútil, fofoca de celebridade, chick lit, papelarias, personagens de livros, tumblr, twitter, galerias, paixões platônicas, história de amor ou desamor, músicas lindas e tristes em volumes baixos, exageros, estrago, Barroco, homens com barba por fazer, músicos, escritores, aliás artistas em geral, John e Julian Casablancas, narcisismo, história, história da Europa, francês, Marie Antoinette, Paris, aliás qualquer coisa ligada à França, outono, glamour, glamour decadente, inspiração, escrever, fotografia, arquitetura, moda, cinema, literatura, arte, ...

Uma tatuagem, por enquanto. Vícios demais em músicas, livros, filmes e seriados. Ambivalência completa. Intensidade também.


forget the horror here.


you're the one that i want

Caio Fernando de Abreu escreveu:

“Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas. Meu coração é um traço seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo. Meu coração é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se pôs. A lua cheia brotou do mar. Os apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais. Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.
Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês. Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado, dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul de ouro. Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos que sempre acabam destruindo tudo.
Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela Veja. Levam junto quem me ama, me levam junto também. Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso.
Acesa, aceso - vasto, vivo.”

E me define, permanecendo indecifrável.

it had to be you



nothing can keep us together

casos de amor fofoca é sexy crônicas da vida trotes por aí meu infinito particular eu tenho cultura isso é arte vamos falar de sexo tudo de blog moda é vida carpe diem


don't you forget about me

janvier 2008
février 2008
mars 2008
avril 2008
mai 2008
juin 2008
juillet 2008
août 2008
septembre 2008
octobre 2008
novembre 2008
décembre 2008
janvier 2009
février 2009
mars 2009
avril 2009
mai 2009
juin 2009
juillet 2009
août 2009
septembre 2009
octobre 2009
novembre 2009
décembre 2009
janvier 2010
février 2010
mars 2010
avril 2010
mai 2010
juin 2010
septembre 2010
octobre 2010
janvier 2011
juin 2011
juillet 2011


i like it like that


6V Para Você
Acidez Feminina
Adorável Psicose
Allez Glam!
CosmoGirll
Dia de Beauté
Duas Libras
Gween Black
It Girls
Le Blog de Betty
Liliane Prata
Little Miss Twilight
Manual do Cafajeste
Music Is
No Sex And The City
Skip Intro
Style.com
Te Dou Um Dado?
Testosterona
The Last Poem
The Lovely Bitch
Vodca Barata


all i want is everything

www.vaiprocurarsuaturma.com.br

would i lie to you?

já passaram por aqui, sem malícia

gossip girl

As you might have guessed, Upper East Sidders, prohibition never stood a chance against exhibition. Is human nature to be free. And no matter how long you try to be good... you can't keep a bad girl down.

2002 me trouxe aos blogs, com Refúgio de Calimië - com o qual permaneci até meados de 2005. Em 2006 os blogs deram lugar aos fotologs (um e dois). Em 2007 o tratamento quimioterápico fez com que retornasse aos blogs, com Quarto de Hospital, que durou de Junho a Dezembro. O gosto voltou, e Nobody Does It Better nasceu - com o qual entrei para o Tudo de Blog da Capricho. Com os problemas com o servidor, mudei para cá. "Sem Malícia" é uma expressão que costumava falar muito, sucedendo um comentário que poderia ser levado no duplo sentido (o que acontecia quase sempre).


because i'm worth it

one two three four five six seven
Adobe PS;photostudio