
You've turned your back upon her one too many times
Spent all her hard earned money getting high, she sang:
"Is she more beautiful, is she more beautiful, is she more beautiful than me?
Is she more beautiful, is she more beautiful, is she more beautiful than me?"
She's la Belle et la Bête at the ball, la Belle et la Bête at the ball
la Belle et la Bête at the ball, you know she could have us all.
- Babyshambles
Libellés : Meu infinito particular


Clarissa Réos Wolff, gaúcha, 20 anos, pisciana (com um grande quê de leonina). Cursou dois anos de Design de Moda na UniRitter. Adoraria ser atriz de Hollywood.
É apaixonada por coisas demais. Livros, filmes, seriados, divas hollywoodianas de antigamente, Audrey Hepburn, Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Brigitte Bardot e Natalie Wood, pimenta, sushi, Coca Zero, café com chocolate, aliás qualquer coisa com chocolate, backstage, Adam Levine, Natalie Portman, Johnny Depp, Scarlett Johansson, Blake Lively, Jensen Ackles, trilhas sonoras de seriados, músicas nervosas, músicas gostosas, músicas tristes, passear sem rumo pelo centro de Porto Alegre, passear sem rumo pelo Moinhos de Vento, Beco203, Duchamp, Degas, Warhol, dançar até doerem os pés, Jägermeister, Cosmopolitan, livrarias, madrugadas, ficar sozinha em casa, saltos altos, sapatilhas, ouvir música a todo volume, suspense, lápis de escrever, cumplicidade, apresentar bandas novas pras melhores amigas, indicar filmes e livros, cultura inútil, fofoca de celebridade, chick lit, papelarias, personagens de livros, tumblr, twitter, galerias, paixões platônicas, história de amor ou desamor, músicas lindas e tristes em volumes baixos, exageros, estrago, Barroco, homens com barba por fazer, músicos, escritores, aliás artistas em geral, John e Julian Casablancas, narcisismo, história, história da Europa, francês, Marie Antoinette, Paris, aliás qualquer coisa ligada à França, outono, glamour, glamour decadente, inspiração, escrever, fotografia, arquitetura, moda, cinema, literatura, arte, ...
Uma tatuagem, por enquanto. Vícios demais em músicas, livros, filmes e seriados. Ambivalência completa. Intensidade também.
Caio Fernando de Abreu escreveu:
“Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas. Meu coração é um traço
seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo. Meu coração
é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na
janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se pôs. A lua cheia brotou do mar. Os
apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais. Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é
saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.
Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a
história cheia de clichês. Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado,
dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul
de ouro. Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos
que sempre acabam destruindo tudo.
Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de
prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela
Veja. Levam junto quem me ama, me levam junto também. Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura
rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel
crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso.
Acesa, aceso - vasto, vivo.”
E me define, permanecendo indecifrável.

As you might have guessed, Upper East Sidders, prohibition never stood a chance against
exhibition. Is human nature to be free. And no matter how long you try to be good... you can't keep a bad girl
down.
2002 me trouxe aos blogs, com Refúgio de Calimië - com o qual permaneci até meados de 2005. Em 2006
os blogs deram lugar aos fotologs (um e dois). Em 2007 o tratamento quimioterápico fez com que retornasse aos
blogs, com Quarto de Hospital, que durou de Junho a
Dezembro. O gosto voltou, e Nobody Does It Better
nasceu - com o qual entrei para o Tudo de Blog da Capricho. Com os problemas com o servidor, mudei para cá.
"Sem Malícia" é uma expressão que costumava falar muito, sucedendo um comentário que poderia ser levado no
duplo sentido (o que acontecia quase sempre).