nobody does it 

better.

Meu lado leonina em ação, meu lado de frieza inconcebível em ação. Perco o calor com só uma brisa levemente destemperada, engulo duas pedras de gelo e deixo o corpo inteiro reverter a temperatura. Fico arisca fácil, fácil. Como gata que deixa de miar alto pedindo carinho pra mostrar os dentes, mostrar as garras, virar as costas, ir pro telhado. Fugir pro mato, fugir pro ar puro, viver de instinto.

Meu lado leonina que pede a auto-preservação. Você pode errar, sweetheart, meu lado pisciana sempre vai perdoar. E perdoar de verdade - nada de ressentimentos engolidos, palavras jogadas na cara, sentimentos soterrados. Perdôo fácil, e de verdade.

Ah, sweetheart, tudo tem limites. Uma hora eu vou embora - e você nem espera. Porque eu perdôo tão fácil, e às vezes coisas tão grandes, que numa das pequenas vou embora sem que se possa imaginar tal possibilidade. É essa coisa de ser meio do avesso, ou completamente. Cuidado com os limites, eles não são tão óbvios assim, e sem querer, sem pensar, você pode pisar na linha errada. Não é uma ameaça, é sinceridade nua e crua e pura e sem dissimulações, sem falsidades, sem subterfúgios. É quase de uma forma bondosa que aviso: se quer que eu fique, tenha cuidado. Você pode pisar na linha errada sem perceber, e eu perdôo, mas vou embora. E não volto.

Vou silenciosamente, também. Talvez você nem perceba. Porque vou em um nível tão discreto que em dois segundos você passa de tudo pra nada e eu não aviso, não conto segredos, não explico. Talvez você nem sinta. E tudo bem, sweetheart. Tudo bem.

Você pode estar em cima da linha. O próximo passo pode decidir tudo. Pense bem, sweetheart. I love the sound of you walking away.

Libellés : ,


~ 22:11 nobody does it better.




you know you love me

i'm a little bit of everything, all rolled into one; i'm your hell, i'm your dream, i'm nothing in between

pimenta e arte

Sou um pouco Belle du Jour, o coração partido por mim mesma em mil pedaços de caleidoscópio. Não sei amar, não sei perder, não sei viver de um jeito diferente. Não sei.

you say i'm a bitch like it's a bad thing


nobody does it better

twitter x tumblr x tumblr2 x facebook

Fuck Nicole
Hands Like Secrets
Arquivo Allez Glam!
Vida Nada Modelo

Antes de 2008: blog de música do Kzuka, fanfiction, outro blog, um fotolog antigo...


only in your dreams

first days of spring

Clarissa Réos Wolff, gaúcha, 20 anos, pisciana (com um grande quê de leonina). Cursou dois anos de Design de Moda na UniRitter. Adoraria ser atriz de Hollywood.

É apaixonada por coisas demais. Livros, filmes, seriados, divas hollywoodianas de antigamente, Audrey Hepburn, Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Brigitte Bardot e Natalie Wood, pimenta, sushi, Coca Zero, café com chocolate, aliás qualquer coisa com chocolate, backstage, Adam Levine, Natalie Portman, Johnny Depp, Scarlett Johansson, Blake Lively, Jensen Ackles, trilhas sonoras de seriados, músicas nervosas, músicas gostosas, músicas tristes, passear sem rumo pelo centro de Porto Alegre, passear sem rumo pelo Moinhos de Vento, Beco203, Duchamp, Degas, Warhol, dançar até doerem os pés, Jägermeister, Cosmopolitan, livrarias, madrugadas, ficar sozinha em casa, saltos altos, sapatilhas, ouvir música a todo volume, suspense, lápis de escrever, cumplicidade, apresentar bandas novas pras melhores amigas, indicar filmes e livros, cultura inútil, fofoca de celebridade, chick lit, papelarias, personagens de livros, tumblr, twitter, galerias, paixões platônicas, história de amor ou desamor, músicas lindas e tristes em volumes baixos, exageros, estrago, Barroco, homens com barba por fazer, músicos, escritores, aliás artistas em geral, John e Julian Casablancas, narcisismo, história, história da Europa, francês, Marie Antoinette, Paris, aliás qualquer coisa ligada à França, outono, glamour, glamour decadente, inspiração, escrever, fotografia, arquitetura, moda, cinema, literatura, arte, ...

Uma tatuagem, por enquanto. Vícios demais em músicas, livros, filmes e seriados. Ambivalência completa. Intensidade também.


forget the horror here.


you're the one that i want

Caio Fernando de Abreu escreveu:

“Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas. Meu coração é um traço seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo. Meu coração é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se pôs. A lua cheia brotou do mar. Os apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais. Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.
Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês. Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado, dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul de ouro. Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos que sempre acabam destruindo tudo.
Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela Veja. Levam junto quem me ama, me levam junto também. Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso.
Acesa, aceso - vasto, vivo.”

E me define, permanecendo indecifrável.

it had to be you



nothing can keep us together

casos de amor fofoca é sexy crônicas da vida trotes por aí meu infinito particular eu tenho cultura isso é arte vamos falar de sexo tudo de blog moda é vida carpe diem


don't you forget about me

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would i lie to you?

já passaram por aqui, sem malícia

gossip girl

As you might have guessed, Upper East Sidders, prohibition never stood a chance against exhibition. Is human nature to be free. And no matter how long you try to be good... you can't keep a bad girl down.

2002 me trouxe aos blogs, com Refúgio de Calimië - com o qual permaneci até meados de 2005. Em 2006 os blogs deram lugar aos fotologs (um e dois). Em 2007 o tratamento quimioterápico fez com que retornasse aos blogs, com Quarto de Hospital, que durou de Junho a Dezembro. O gosto voltou, e Nobody Does It Better nasceu - com o qual entrei para o Tudo de Blog da Capricho. Com os problemas com o servidor, mudei para cá. "Sem Malícia" é uma expressão que costumava falar muito, sucedendo um comentário que poderia ser levado no duplo sentido (o que acontecia quase sempre).


because i'm worth it

one two three four five six seven
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